14/07/2026
Ministério da Saúde divulga experiências selecionadas em Observatório de Boas Práticas de Equidade
No total, foram mais de 750 relatos inscritos por profissionais de 289 municípios das diversas regiões do País. Confira a lista completa
Trabalhadoras e trabalhadores da Atenção Primária à Saúde (APS) de todo o País enviaram relatos para compor o Observatório de Boas Práticas de Equidade. Das mais de 750 experiências enviadas, 674 foram selecionadas. A iniciativa permite identificar aspectos sobre a atuação da APS no Brasil, além de demonstrar temáticas que mobilizam as equipes em seus territórios e os serviços de saúde.
O resultado foi apresentado durante o XXXIX Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), nesta segunda-feira (13), em Porto Alegre.
O Observatório de Boas Práticas de Equidade é uma ferramenta que reconhece o conhecimento produzido no cotidiano do trabalho na atenção primária e constitui um ambiente de aprendizagem colaborativa.
Considerando a diversidade dos territórios brasileiros, a organização se deu por eixos temáticos. São eles: equidade e acesso (com 484 relatos inscritos), cuidado integral (115 relatos) e participação social (189 relatos). Os critérios de seleção priorizaram a relevância, a aplicabilidade e o potencial de contribuição das experiências para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Dos 289 municípios participantes, os estados com maior número de inscritos foram: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Embora alguns estados concentrem maior número de relatos, a participação de todas as regiões indica que boas práticas não estão restritas aos grandes centros urbanos. O Nordeste, por exemplo, apresentou o maior número de municípios participantes (91) e foi a segunda região com maior volume de relatos (190).
As equipes de Saúde da Família (eSF) foram autoras de cerca de 60% dos relatos. Além disso, experiências enviadas por equipes multiprofissionais (eMulti) ou que atuam com a população em situação de rua, a população privada de liberdade, comunidades quilombolas e ribeirinhas, além de adolescentes em medidas socioeducativas reforçam o papel da APS como principal porta de entrada do SUS.
Uma publicação institucional com os relatos completos está em fase de editoração e será divulgada ainda no segundo semestre de 2026.
Agnez Pietsch - Ministério da Saúde
Categoria - Saúde e Vigilância Sanitária
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